Piracicaba, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Brasil

Augusto Cury promete manter servidores e avaliar cargos de confiança

Candidato do Avante não informou quais ministérios pretende extinguir nem quantos cargos seriam eliminados em eventual governo.

Cury diz que não demitirá servidores, mas não detalha cortes

O candidato do Avante à Presidência da República, Augusto Cury, afirmou nesta sexta-feira (11) que não pretende demitir servidores públicos caso seja eleito. Ele disse que os profissionais devem ser valorizados e treinados, mas anunciou uma revisão dos cargos de confiança da administração federal.

“Não vamos despedir colaboradores públicos”, declarou Cury durante entrevista ao SBT Brasil. O candidato afirmou que existem 50 mil cargos de confiança e que a avaliação poderá levar ao corte de 30% deles.

Cury não apresentou uma relação dos ministérios que deseja extinguir. Ele disse que antecipar essas medidas poderia aumentar a polarização durante a campanha. Entre as possibilidades mencionadas está a união dos ministérios da Agricultura e da Pesca.

Auditoria e ajuste fiscal

O candidato também defendeu uma auditoria na estrutura do Estado para localizar despesas que poderiam ser reduzidas. Segundo Cury, uma reorganização da máquina pública poderia resultar em uma economia de até 2% do Produto Interno Bruto (PIB). Ele não explicou como chegaria a esse resultado.

Ao ser questionado sobre medidas concretas para o ajuste fiscal, Cury reconheceu que diminuir o número de ministérios teria efeito limitado sobre as despesas públicas. Em contrapartida, voltou a defender a extinção de cargos comissionados considerados dispensáveis.

“Existem 50 mil cargos comissionados, que são cargos políticos. Eles podem ser extintos”, afirmou. Perguntado se começaria o governo fazendo uma “limpa” na Esplanada dos Ministérios, respondeu que sim.

O candidato diferenciou os cargos comissionados dos servidores concursados e reiterou que não pretende demitir esses profissionais. Apesar das declarações, não informou quantos cargos seriam eliminados nem qual seria a economia estimada com a medida.

Texto produzido pela Redação Aprende em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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