Piracicaba, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Brasil

Morte de engenheira da Marinha é investigada após remoção de corpo em SP

Beatriz Fickert Santoro foi levada a um hospital antes da perícia no alojamento; o caso foi registrado como morte suspeita.

Morte de engenheira da Marinha é investigada após remoção de corpo em SP

A morte da engenheira da Marinha Beatriz Fickert Santoro, 33, é investigada após o corpo ser levado a um hospital antes da perícia no alojamento onde ela foi encontrada. O caso foi registrado como morte suspeita no 7º DP (Lapa).

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que a oficial chegou sem vida ao HU (Hospital Universitário). Segundo a pasta, a Polícia Militar foi chamada depois que uma médica da unidade se recusou a emitir a declaração de óbito. O boletim de ocorrência registra que Beatriz foi transportada por uma capitã de corveta que se identificou como médica da Marinha.

Investigação

A Polícia Federal solicitou a perícia no alojamento. Depois de analisar o relato, a Polícia Civil apontou a necessidade de investigar a retirada do corpo e mencionou, em tese, a possibilidade de fraude processual. O registro não afirma que houve crime nem indica responsáveis.

Os policiais relataram que o corpo aparentava sinais de que a morte havia ocorrido havia algum tempo. Eles também disseram não ter tido acesso ao local em que Beatriz foi encontrada. O horário da localização e o motivo do transporte ao hospital antes do exame pericial não foram informados.

A engenheira foi localizada nesta quinta-feira (24), em um alojamento da Marinha na Cidade Universitária, da USP (Universidade de São Paulo). A corporação informou que a segundo-tenente estava desfalecida no CTM-SP (Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo), no campus do Butantã, na zona oeste da capital.

De acordo com a Marinha, a equipe médica da unidade foi ao alojamento, prestou os primeiros socorros e encaminhou a oficial ao hospital. A Força Naval não explicou por que o corpo foi transportado antes da perícia.

A SSP informou que a investigação e as demais providências ficarão sob responsabilidade da Polícia Federal e da Marinha, por se tratar de uma instalação militar. Em nota, a Marinha declarou que as causas e circunstâncias da morte são apuradas pela corporação e pelas autoridades periciais competentes. A instituição também afirmou prestar assistência social, psicológica e religiosa aos familiares.

Texto produzido pela Redação Aprende em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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