Piracicaba, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Brasil

Ponte Anita Garibaldi opera com limites de faixa, velocidade e carga

ViaCosteira mantém restrições na ponte durante setembro enquanto análises técnicas devem continuar até o começo de outubro.

Ponte Anita Garibaldi opera com limites de faixa, velocidade e carga

A Ponte Anita Garibaldi permanece com restrições para veículos pesados e circulação em setembro, enquanto a ViaCosteira mantém avaliações técnicas na estrutura. O tráfego está limitado a uma faixa em cada sentido, com velocidade máxima de 50 km/h.

Também continua proibida a passagem de veículos com cargas superiores a 10 toneladas por eixo ou com largura acima de quatro metros. A concessionária administra a ponte e o trecho sul da BR-101 em Santa Catarina.

Os estudos devem prosseguir pelo menos até o começo de outubro. Especialistas avaliam informações captadas por sensores e dados de inspeções feitas por equipes técnicas no local. A ViaCosteira informou que o trabalho busca complementar as análises e ajudar a definir se serão necessários reforços estruturais adicionais.

Até o momento, os resultados indicam comportamento adequado da estrutura. Conforme a concessionária, a ponte permanece apta e segura para a circulação de veículos dentro das condições operacionais estabelecidas.

Interdição e investigação

Em julho, a ponte ficou totalmente interditada durante 10 dias após uma inspeção apontar o rompimento parcial de fios internos em cabos de sustentação. Laudos identificaram problemas nos cabos 4E e 4D, instalados no Pilar 35.

Como medida emergencial, foram reforçados quatro estais. A ViaCosteira e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) disseram que o bloqueio teve caráter preventivo e que não havia risco estrutural.

A ANTT abriu processo administrativo para apurar se os problemas podem estar ligados a defeitos ocultos de construção. O Ministério Público Federal (MPF) também acompanha o caso.

Texto produzido pela Redação Aprende em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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