O Apple Fitness+ pode passar por uma reestruturação após cortes que atingiram principalmente profissionais responsáveis pelos recursos de áudio do serviço. Entre eles estão as sessões guiadas Hora de Caminhar (Time to Walk) e Hora de Correr (Time to Run).
Novos conteúdos ainda podem ser lançados, mas com uma frequência menor. Segundo Gurman, o serviço deve passar por “grandes mudanças”, embora a possibilidade de descontinuação não esteja em pauta neste momento.
Motivos e mudança na liderança
Os cortes ocorrem em meio aos custos elevados de produção das sessões e à alta taxa de cancelamentos da assinatura. O serviço também passou por uma alteração no comando depois da aposentadoria de Jay Blahnik, que foi acusado de fomentar um ambiente tóxico de trabalho.
A supervisão passou a ser compartilhada por Eddy Cue e Sumbul Desai. A mudança ocorre enquanto a Apple avalia os próximos passos para o Fitness+.
Uma das possibilidades apontadas é integrar o serviço ao novo aplicativo Saúde (Health). A Apple já vem adicionando clipes de vídeo voltados a determinados tópicos e indicadores na reformulação do aplicativo, o que pode abrir espaço para conteúdos do Fitness+ dentro dele.
O Apple Fitness+ foi criado para o Apple Watch e também funciona para pessoas que não têm o relógio. A plataforma oferece treinos e meditações guiadas para iPhone, iPad e Apple TV, com programas voltados a gestantes, idosos e iniciantes.
A assinatura custa R$29,90 por mês ou R$149,90 por ano. O serviço também está incluído no Apple One Premium, pacote de assinaturas da empresa. Os usuários podem acompanhar as atividades onde e quando for mais conveniente.







