O Photosynthesis combina registros feitos por duas câmeras do iPhone para produzir imagens com “até 5x mais detalhes” em comparação com a câmera padrão configurada em 1x. O desenvolvedor Sam Shepherd afirma que o aplicativo usa “pixels reais” no processo.
Nos iPhones Pro, o usuário pode escolher entre unir a câmera principal à teleobjetiva ou combinar a ultra-angular com a principal. Nos modelos convencionais com duas câmeras, as opções ficam entre a lente principal e a ultra-angular.
Uma característica do resultado é a preservação do campo de visão das lentes utilizadas, inclusive o da câmera ultra-angular. Para capturar as imagens ao mesmo tempo, o Photosynthesis utiliza a API integrada da Apple, sigla em inglês para interface de programação de aplicações.
Como o processamento funciona
O aplicativo não usa inteligência artificial no pós-processamento das fotografias. Em vez disso, calcula diferenças de posição, cor e exposição entre os registros para formar a imagem final.
Esse método é diferente do Deep Fusion, da Apple, que combina resultados obtidos por uma única lente. As duas tecnologias têm como objetivos reduzir o ruído e recuperar parte da nitidez das fotos depois do registro.
Versões e preços
O Photosynthesis pode ser baixado gratuitamente na App Store. No modo gratuito, a exportação é limitada a cinco arquivos por mês. A versão Photosynthesis Unlimited acrescenta exportação ilimitada, suporte a formatos profissionais — PSD, 3D espacial e um arquivo próprio do aplicativo —, além de temas, backups personalizados, widgets e atalhos.
O acesso pago pode ser contratado por R$10 mensais ou R$40 anuais. Também há uma licença vitalícia por R$100. Quem baixa o aplicativo pode testar o modo pago por até 14 dias.








