Piracicaba, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Brasil

Policial militar agride manifestante em ato de Tarcísio no Grajaú

Mulher protestava contra o governador em frente a uma agenda de campanha; a PM não respondeu sobre a agressão até a última atualização.

PM bate em mulher que protestava durante ato de Tarcísio

Um policial militar agrediu uma mulher que protestava contra Tarcísio de Freitas (Republicanos) em frente a uma agenda de campanha no Grajaú, zona sul de São Paulo. O governador visitou o Armazém Solidário, mercado ligado à prefeitura da capital que vende produtos mais baratos para pessoas inscritas no CadÚnico.

Um grupo de 40 pessoas se reuniu no local com faixas contra Tarcísio, minutos antes da chegada do candidato à reeleição. A Polícia Militar impediu que um ônibus seguisse viagem e segurou o trânsito diante do armazém. Com isso, quando o governador chegou, o veículo bloqueava a visão da manifestação.

Integrantes à paisana e seguranças da campanha registraram os manifestantes em fotos e vídeos. Um policial também puxou o braço de um integrante, mas uma mulher da segurança da campanha interveio e afirmou que ele fazia parte da equipe.

Questionado sobre o protesto, Tarcísio ironizou os manifestantes, chamando-os de “voluntários”, e disse que era preciso buscar a “ficha criminal de cada um”. A Polícia Militar foi questionada sobre a agressão, mas não havia respondido até a última atualização. O espaço permanece aberto para manifestação.

Outros protestos e proposta

Manifestações contra Tarcísio também ocorreram no primeiro dia de campanha em Osasco. Moradores da região metropolitana protestaram contra a Polícia Militar de São Paulo e fizeram críticas às áreas de educação e saúde.

Houve ainda protestos na zona leste da capital e em Francisco Morato. Em São Miguel e na Vila Formosa, os atos eram contra Tarcísio e Flávio Bolsonaro (PL), sem a presença do governador. Em Francisco Morato, Tarcísio cancelou a agenda de última hora.

O candidato prometeu criar armazéns solidários pelo estado, seguindo o modelo dos equipamentos inaugurados pela prefeitura na capital. A proposta é identificar as regiões com maior concentração de inscritos no CadÚnico e instalar unidades estaduais, com possibilidade de parcerias com municípios mais vulneráveis.

Declarações sobre o STF

Tarcísio também afirmou que decisões no Supremo Tribunal Federal provocam “insegurança jurídica”. Ele comentou a decisão de Flávio Dino que devolveu Andrei Rodrigues à direção da Polícia Federal, depois de André Mendonça ter determinado o afastamento preventivo.

Para o candidato, disputas internas no Supremo passam à sociedade uma mensagem de insegurança jurídica e ocupam espaço no noticiário.

Texto produzido pela Redação Aprende em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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