Piracicaba, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Brasil

Augusto Cury se apresenta como alternativa à polarização na corrida presidencial

Em carta publicada nas redes sociais, escritor afirma que cresceu nas pesquisas sem apoio financeiro, estrutura política ou palanque.

O candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) divulgou nesta sexta-feira uma carta nas redes sociais em que se apresenta como uma alternativa à polarização política. No vídeo publicado junto ao texto, o escritor afirma que avançou nas pesquisas eleitorais mesmo sem dinheiro, máquina política ou palanque.

Na última pesquisa Quaest, Cury chegou a 10% das intenções de voto. O resultado o colocou à frente de adversários como Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan Santos. A carta é apresentada pelo candidato como uma mensagem sobre a necessidade de superar a divisão entre esquerda e direita.

“Disseram que era impossível, impossível furar a bolha, impossível romper essa polarização doentia que asfixia o Brasil há mais de 10 anos”, afirma Cury na gravação. Ele também atribui o crescimento ao apoio de eleitores que, segundo sua avaliação, estão cansados de escolher entre dois lados.

Propostas apresentadas na carta

No documento, o escritor e empresário diz defender o que chama de melhor do capitalismo: liberdade para empreender, trabalhar, produzir, prosperar e ter meritocracia. Ao mesmo tempo, afirma que seu “coração de médico” é social.

A mensagem sustenta que o país não precisa escolher entre crescimento econômico e justiça social. O texto também propõe reunir ideias associadas à direita e à esquerda, além de colocar pessoas competentes para enfrentar problemas que afetam as famílias.

O avanço de Cury foi maior entre eleitores que se classificam como independentes, sem adesão imediata a um dos dois campos políticos. Nesse grupo, ele registrou 24% das intenções de voto na primeira rodada, segundo a última Quaest. Esses eleitores representam 32% da amostra.

Entre os independentes, Cury superou os índices atribuídos ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 21%, e ao senador Flávio Bolsonaro (PL), com 9%. Considerando o conjunto da pesquisa, o escritor passou de 2% para 10% e ultrapassou os ex-governadores Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo), além de Renan Santos (Missão).

Texto produzido pela Redação Aprende em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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