A mudança para a Lua Cheia está prevista para 26 de setembro, às 13h50min, conforme o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Até esse momento, a Lua permanece na fase Crescente, com 86% de visibilidade no céu nesta quarta-feira (23).
A Lua não produz luz própria. O brilho observado da Terra é o reflexo da iluminação do Sol em uma face aparente do satélite, considerando o ponto de vista terrestre. Conforme a posição da Lua em seus movimentos em torno da Terra e do Sol, essa área iluminada e visível muda ao longo do ciclo lunar.
Como funciona o ciclo lunar
A Lua orbita a Terra e o Sol por meio dos movimentos de revolução e translação, respectivamente. Esse ciclo dura cerca de 29,5 dias, e o satélite passa para uma fase diferente em aproximadamente uma semana.
As quatro fases principais são Lua Nova, Lua Crescente, Lua Cheia e Lua Minguante. O ciclo começa e termina na Lua Nova, seguindo uma sequência que também inclui fases intermediárias: Quarto crescente, Crescente gibosa, Minguante gibosa e Quarto minguante.
O que acontece em cada fase
A Lua Nova marca o início do ciclo e não é visível da Terra porque a face voltada para o planeta é a oposta àquela iluminada pelo Sol. Na Lua Crescente, a parte iluminada começa a aparecer, inicialmente como uma faixa. Depois, ocorrem o Quarto crescente e a Crescente gibosa.
Na sequência, chega a Lua Cheia, quando a face iluminada está direcionada para a Terra e o satélite fica mais visível. Durante a Lua Minguante, a porção observável diminui novamente até restar uma faixa. Essa etapa antecede a Lua Nova, quando o ciclo recomeça.







