Piracicaba, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Brasil

Lua Cheia segue visível até 3 de outubro, informa o Inmet

O satélite está com 93% de visibilidade nesta terça-feira e passará à fase Minguante às 10h26min de 03 de outubro.

Lua Cheia segue visível até 3 de outubro, informa o Inmet

A Lua Cheia está com 93% de visibilidade no céu nesta terça-feira (29). De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), essa fase continua até 03 de outubro, às 10h26min, quando o satélite entra na fase Minguante.

A mudança entre as fases ocorre ao longo do ciclo lunar, que dura cerca de 29,5 dias. Nesse intervalo, a Lua passa por uma nova etapa aproximadamente a cada semana.

Como as fases acontecem

A Lua não produz luz própria. O brilho observado da Terra vem do reflexo da iluminação do Sol na face do satélite que fica aparente para quem observa o céu. Os movimentos de revolução e translação da Lua em torno da Terra e do Sol determinam a sequência dessas mudanças.

As quatro fases principais são Lua Nova, Lua Crescente, Lua Cheia e Lua Minguante. O ciclo começa e termina na Lua Nova.

Entre as fases principais, existem quatro etapas intermediárias: Quarto crescente, Crescente gibosa, Minguante gibosa e Quarto minguante. A ordem completa é Lua Nova, Lua Crescente, Quarto crescente, Crescente gibosa, Lua Cheia, Minguante gibosa, Quarto minguante e Lua Minguante.

O que muda em cada etapa

A Lua Nova não pode ser vista da Terra porque a face voltada para o planeta é oposta àquela iluminada pelo Sol. Na Lua Crescente, uma faixa iluminada começa a aparecer. Depois dela, vêm o Quarto crescente e a Crescente gibosa.

A Lua Cheia ocorre quando a face iluminada está direcionada para a Terra, deixando o satélite em seu momento de maior visibilidade. Na sequência, durante a Lua Minguante, a parte iluminada observável diminui até restar apenas uma faixa. Essa fase antecede a Lua Nova e o reinício do ciclo lunar.

Texto produzido pela Redação Aprende em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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