Piracicaba, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Brasil

Milton Leite ampliou influência em três gestões de São Paulo, aponta trajetória política

Ex-presidente da Câmara foi preso após se entregar à polícia em investigação sobre suposta ligação com o PCC.

Como Doria e Tarcísio impulsionaram o poder paralelo de Milton Leite em SP
Foto: Reprodução

A trajetória política de Milton Leite ganhou força durante as gestões de João Doria, Bruno Covas e Ricardo Nunes. Vereador desde 1997, ele foi preso após se entregar à polícia. A prisão temporária faz parte da operação Vectura Corrupta, da Polícia Civil, que investiga uma suposta ligação com o PCC.

Leite apoiou Doria na campanha de 2016 e assumiu a presidência da Câmara Municipal de São Paulo em 2017. Nesse período, participou da aprovação de concessões do Pacaembu, do Mercadão e de parques, além da privatização do Anhembi. Também chegou a comandar a prefeitura em momentos de ausência simultânea de Doria e Covas.

Durante a gestão de Covas, o ex-vereador manteve a proximidade com o prefeito. Em 2020, afirmou que Covas poderia contar com seu apoio permanente. Leite também participou da escolha de Ricardo Nunes para vice na chapa tucana. Depois que Nunes assumiu a prefeitura, em 2021, a influência política do então presidente da Câmara aumentou.

A aproximação com Tarcísio de Freitas ocorreu durante a presidência de Leite no Legislativo. Ele participou da tramitação da adesão da capital à privatização da Sabesp e votou a favor da proposta. Tarcísio definiu a relação como institucional e ligada a projetos de saneamento. Nunes declarou ter muito respeito pela trajetória de Leite.

Texto produzido pela Redação Aprende em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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