Piracicaba, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Brasil

Motorista é indiciado após ônibus avançar e matar gerente em Papanduva

Investigação da Polícia Civil apontou uso de celular e falha ao deixar o ônibus sem desligar antes do atropelamento.

Motorista é indiciado após ônibus avançar e matar gerente em Papanduva

O motorista do ônibus que invadiu um restaurante e matou uma gerente foi indiciado por homicídio culposo, quando não há intenção de matar. O acidente ocorreu em 5 de agosto deste ano, em Papanduva, no Planalto Norte de Santa Catarina.

A investigação da Polícia Civil concluiu que o homem usava o celular no momento da colisão e se levantou do assento sem desligar o veículo ou alterar a marcha. Segundo as apurações, ele também retirou a pressão do freio, “agindo com negligência em local com circulação de pedestres”.

Como ocorreu o atropelamento

Mariane de Fátima Hilko, de 33 anos, trabalhava no restaurante localizado às margens do Km 58 da BR-116. De acordo com a apuração policial, ela foi até o ônibus para resolver uma pendência comercial relacionada a passageiros estrangeiros.

Quando retornava a pé pela parte frontal do coletivo, o veículo avançou repentinamente. Mariane foi prensada contra uma mureta de proteção e morreu.

As diligências policiais e periciais reconstituíram a sequência dos acontecimentos com base em imagens das câmeras internas e em um relatório de telemetria. A investigação apontou que o motorista, de 65 anos, cometeu o crime de homicídio culposo na direção de veículo qualificado pela atividade de transporte de passageiros.

Texto produzido pela Redação Aprende em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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