Piracicaba, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Brasil

Renan Santos propõe mudanças no STF e defende prisão de ministros em Curitiba

Candidato do Missão criticou políticos, a família Bolsonaro e apresentou propostas para educação, segurança e universidades.

Defesa de reforma no STF e prisão de ministros marcam comício de Renan Santos em Curitiba – CBN Curitiba – A Rádio Que Toca Notícia

Renan Santos, candidato à Presidência pelo Missão, defendeu mudanças na estrutura do Supremo Tribunal Federal (STF) e pediu a prisão dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli durante um comício no domingo (20).

O candidato criticou os integrantes da Corte e associou o STF, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Santos afirmou que pretende reduzir o poder do Supremo, mas ampliar a importância da instituição.

Críticas a políticos e ao Bolsa Família

O discurso também teve ataques a Lula, Flávio Bolsonaro e ao STF. Ao avaliar o cenário brasileiro, Santos disse que é uma vergonha ser brasileiro no contexto atual e afirmou que o crime se tornou regra no país.

Questionado sobre medidas para prevenir crimes contra mulheres, o candidato respondeu que pretende aumentar as punições, sem apresentar um plano específico para esse público. Ele atribuiu a diminuição dos delitos à certeza de que penas altas serão aplicadas.

Santos criticou ainda o aumento do Bolsa Família para R$ 691 por família em período próximo às eleições. Para o candidato, a medida representa compra de votos.

Família Bolsonaro e propostas de governo

Ao mencionar a Operação Lava Jato, que teve origem em Curitiba, Santos chamou Sergio Moro (PL), candidato ao governo do Paraná, e Deltan Dallagnol (Novo), candidato ao Senado, de traidores do país. A crítica foi relacionada à reaproximação dos dois com a família Bolsonaro.

O candidato também afirmou que a família do ex-presidente pretende entregar terras raras e riquezas nacionais a empresas norte-americanas ligadas a Donald Trump. No discurso, criticou o que classificou como entreguismo bolsonarista.

Na educação, Santos propôs acabar com a autonomia universitária no Brasil, sob a justificativa de que o país não sabe administrar o ensino superior público. O plano prevê diminuir despesas com a folha de pagamento e direcionar recursos para infraestrutura, moradia estudantil, restaurantes universitários, pesquisa e extensão.

Para a segurança, o candidato defendeu o crescimento da indústria bélica e a construção de uma bomba atômica como formas de garantir a soberania nacional e transformar o Brasil em uma potência global.

Texto produzido pela Redação Aprende em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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