Piracicaba, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Brasil

Ministro determina demissão de Eduardo Bolsonaro da Polícia Federal

Ex-deputado respondia a processo disciplinar por não retornar ao cargo de escrivão após deixar o mandato parlamentar.

Eduardo Bolsonaro é demitido da PF por abandono de cargo
Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, determinou a demissão de Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal (PF). A decisão foi assinada em 18 de setembro e publicada em 21/9.

Eduardo Bolsonaro respondia a um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) por abandono de cargo. A investigação foi concluída pela PF em julho, com divulgação do relatório final em 21 daquele mês. A decisão definitiva cabia ao ministro da Justiça.

Motivo do processo

O ex-deputado ingressou na Polícia Federal em 2010, após ser aprovado em concurso público para escrivão. Depois de perder o mandato de deputado federal, em 18 de novembro de 2025, ele passou a responder ao procedimento disciplinar.

O PAD foi instaurado porque, sem o mandato, Eduardo deveria ter retornado ao cargo de escrivão da PF no Rio de Janeiro, o que não ocorreu. Ele está afastado da função desde fevereiro.

Eduardo Bolsonaro mora nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025. Ao deixar o Brasil, afirmou que buscava refúgio por causa de supostas perseguições políticas.

Na decisão, o corregedor regional da PF no Rio de Janeiro também determinou que o ex-deputado entregasse a carteira funcional e a arma de fogo.

Texto produzido pela Redação Aprende em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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