Piracicaba, Sexta-feira, 2 de outubro de 2026
Brasil

Renan Santos promete enfrentar o Centrão e rejeita apoio a Lula ou Flávio

Candidato do Missão defendeu mudanças fiscais, criticou a reeleição e disse ser contrário a alianças com Lula e Flávio Bolsonaro.

Renan Santos diz que dever do partido dele é derrotar o Centrão
Foto: Gabriel Silva/Raspress/Estadão Conteúdo

O candidato à Presidência Renan Santos, do Missão, afirmou que derrotar o Centrão é uma obrigação de seu partido. Durante uma sabatina realizada nesta sexta-feira, 11, ele também apresentou propostas para as contas públicas e descartou apoiar Luiz Inácio Lula da Silva ou Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno.

Santos defendeu a desvinculação dos pisos da saúde e da educação. Na avaliação dele, a medida aumentaria o controle das contas públicas e daria ao governo mais liberdade para elaborar o orçamento e ampliar investimentos. O candidato relacionou essas mudanças ao aumento da riqueza geral e do poder de compra.

Ele também disse que sua proposta para o salário mínimo prevê alterações nos gatilhos automáticos usados para reajustar benefícios. Segundo Santos, o modelo não permaneceria inalterado.

Pena de morte e outras posições

Santos afirmou ser pessoalmente favorável à pena de morte, mas declarou que o tema não seria desenvolvido durante os quatro anos de mandato. Questionado sobre ser radical, negou essa caracterização e disse se considerar uma pessoa sensata.

Em uma rodada de respostas rápidas, o candidato defendeu uma dosimetria para os condenados pelos atos de 8 de janeiro, a alteração completa do foro privilegiado e o fim da reeleição. Ele também se posicionou a favor da autonomia do Banco Central.

Sobre um possível segundo turno, Santos negou a possibilidade de apoiar Flávio Bolsonaro, do PL, ou Lula, do PT. “Jamais vou trabalhar com a hipótese de eu me juntar a algum desses grupos políticos, porque eles são corruptos”, afirmou.

Ao comentar a crise no Supremo Tribunal Federal, o candidato disse acreditar que os acontecimentos podem mudar a dinâmica das eleições nas próximas duas semanas. Santos também afirmou que não reconhece Alexandre de Moraes como legítimo após revelações sobre um suposto envolvimento do ministro com o Banco Master.

Na avaliação do candidato, Lula seria o mais afetado pela crise no Supremo. Ao ser questionado sobre Flávio Bolsonaro, acrescentou: “Vamos ver o que vai sair do Flávio”.

Texto produzido pela Redação Aprende em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Assine nossa newsletterAs principais notícias do dia no seu e-mail.

Mais lidas

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5