O retinal, também conhecido como retinaldeído, passou a aparecer com mais frequência em produtos de skincare. Derivado da vitamina A, ele precisa de uma etapa a menos para chegar ao ácido retinoico, forma ativa da substância, quando comparado ao retinol.
Essa diferença está relacionada à velocidade de ação do ativo. Algumas formulações de retinal podem apresentar resultados até 11 vezes mais rápidos do que produtos com retinoides do segmento. A rapidez, porém, não significa que ele seja necessariamente superior ao retinol.
O retinal é usado principalmente em produtos voltados aos sinais de envelhecimento. Entre os possíveis efeitos estão a suavização de linhas finas e rugas, a melhora da textura da pele e a contribuição para uma aparência mais firme e uniforme.
O ativo também está presente em produtos destinados à acne e aos poros aparentes. Isso ocorre porque os retinoides estão relacionados ao processo de renovação da pele. O retinol tem finalidades semelhantes, embora percorra um caminho diferente até alcançar a forma ativa da vitamina A.
Como escolher e usar
A decisão entre retinal e retinol depende da concentração, da composição do produto e da tolerância de cada pele. O retinol continua entre os derivados da vitamina A mais conhecidos e utilizados em itens de skincare.
Quem nunca usou derivados da vitamina A deve começar aos poucos. O uso excessivo pode causar ressecamento, descamação, vermelhidão e sensibilidade.
O retinal costuma ser aplicado à noite, conforme as orientações do produto. Durante o dia, o uso de protetor solar é indispensável para proteger a pele.







