A chuva de meteoros Orionídeas terá seu pico na madrugada de 21 de outubro, quando a Terra estiver atravessando a faixa de poeira e detritos deixada pelo Cometa Halley. O fenômeno poderá ser observado nas horas que antecedem o amanhecer, de preferência em locais afastados da poluição luminosa das cidades.
A passagem pela esteira de partículas ocorrerá entre 2 de outubro e 7 de novembro. Para localizar a região do céu, a recomendação é olhar na direção da constelação de Órion. Neste ano, porém, a Lua estará na fase crescente avançada, com iluminação próxima de 70%, e poderá ofuscar os meteoros menos brilhantes.
Lua ajuda a localizar planetas
Entre 4 e 6 de outubro, a Lua poderá ser usada como referência no horizonte leste durante as primeiras horas antes do amanhecer. No dia 5, ela aparecerá próxima de Marte. Em 6 de outubro, a Lua minguante fina, com cerca de 20% de iluminação, estará perto de Júpiter, que terá brilho intenso no céu matutino.
A proximidade observada entre a Lua e os planetas será apenas aparente. Embora os corpos celestes pareçam lado a lado para quem observa da Terra, centenas de milhões de quilômetros os separam no espaço.
Fases da Lua em outubro
No horário de Brasília, o calendário indica quarto minguante em 3 de outubro, às 10h25; Lua nova em 10 de outubro, às 12h50; quarto crescente em 18 de outubro, às 13h13; e Lua cheia em 26 de outubro, às 01h12. Os horários podem variar conforme o fuso horário local.
A Lua cheia chegará ao ponto máximo de iluminação na madrugada de segunda-feira, 26 de outubro. A noite de domingo (25/10) também terá aparência equivalente a olho nu, com o disco lunar parecendo 100% iluminado.
A Lua cheia de outubro não será uma superlua. Embora esteja a aproximadamente 369 mil quilômetros da Terra no dia 26, o perigeu ocorrerá apenas no dia 28. A próxima superlua está prevista para 24 de novembro de 2026.







