Piracicaba, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Tecnologia

Meta desenvolve aparelho próprio para interagir com o agente Muse

Chamado de Muse Charm, dispositivo tem câmera, microfones e sensor de impressão digital, sem depender de celular para funcionar.

Meta desenvolve aparelho próprio para interagir com o agente Muse
Foto: Mehaniq/Shutterstock

A Meta desenvolve um dispositivo de hardware dedicado ao agente de inteligência artificial Muse. Chamado de Muse Charm, o aparelho foi mostrado rapidamente por Mark Zuckerberg, CEO da empresa, no fim de sua apresentação durante o Meta Connect, nesta quarta-feira (23).

Com formato mais robusto, o dispositivo lembra um Tamagotchi moderno e se parece com um relógio inteligente sem pulseira. Uma pequena alça permite carregá-lo, enquanto a tela ocupa grande parte da parte frontal. A proposta é que o aparelho seja usado sem a necessidade de um celular.

Recursos previstos

O Muse Charm terá um sensor de impressão digital no canto superior direito. Ao pressioná-lo, o usuário poderá ativar o dispositivo e conversar com o Muse. O aparelho também apresenta uma pequena câmera e o que parecem ser pelo menos três orifícios para microfones na parte frontal.

Durante a apresentação, Zuckerberg afirmou que não será necessário desbloquear o celular nem abrir um aplicativo para usar o dispositivo. Ele não explicou, porém, como o Muse Charm se conectará aos servidores da Meta para processar as interações com o agente de inteligência artificial.

Lançamento ainda em definição

A Meta pretende colocar o aparelho à venda a tempo das festas de fim de ano, em dezembro. O desenvolvimento ainda está em estágio inicial, e a empresa construiu apenas algumas unidades até o momento. O material de acabamento também não foi definido.

Zuckerberg mencionou a possibilidade de uma carcaça translúcida, que permitiria visualizar os componentes internos. Ele descreveu a aparência planejada como um “visual hacker elevado” e prometeu divulgar mais detalhes sobre o Muse Charm “em breve”.

Texto produzido pela Redação Aprende em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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