Piracicaba, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Brasil

Novas BIOS da ASUS ajustam latência de DDR5 com chips CXMT em placas AM5

Versões beta usam o AGESA 1.3.0.1d e estão disponíveis para placas de diferentes chipsets, mas ainda não têm benchmarks divulgados.

Novas BIOS da ASUS ajustam latência de DDR5 com chips CXMT em placas AM5

A ASUS iniciou a distribuição de BIOS beta com ajustes específicos para módulos DDR5 equipados com chips da CXMT. As versões foram desenvolvidas para placas-mãe AM5 e buscam reduzir a latência dessas memórias, além de garantir seu funcionamento no sistema.

Os arquivos estão disponíveis no fórum da comunidade ASUS ROG, fora das páginas convencionais de suporte das placas. A atualização contempla modelos com chipsets X870, X870E, B850, X670, X670E e B650. O pacote utiliza o AGESA ComboAM5 PI 1.3.0.1d.

O que muda nas memórias

A frequência não é o único elemento que influencia o desempenho de uma memória DDR5. Timings mais apertados podem reduzir o tempo de determinadas operações de acesso, o que favorece cargas de trabalho sensíveis à latência. A nova rodada de BIOS indica que a ASUS passou da compatibilidade básica para uma tentativa de otimizar o comportamento dos módulos CXMT.

Em julho, a fabricante havia anunciado suporte a memórias com chips CXMT em sua linha de placas DDR5 para processadores Intel e AMD. Nas plataformas AMD, o funcionamento depende da instalação de uma BIOS atualizada. Versões anteriores, como as destinadas à ProArt X670E-Creator WiFi, já citavam melhorias de desempenho da memória, estabilidade do sistema e compatibilidade com esses chips.

Entre os modelos incluídos estão placas das famílias ROG Crosshair, ROG Strix, TUF Gaming e ProArt. A numeração varia conforme a plataforma: há modelos B650 na ramificação 4004 e placas B850 com a versão beta 1804.

Cuidados antes da instalação

A ASUS alerta que arquivos antigos de configuração CMO não devem ser reutilizados com o AGESA 1.3.0.1d. Segundo o aviso de publicação, essa combinação pode causar instabilidade ou travamentos durante a reinicialização.

A fabricante ainda não divulgou benchmarks nem informou quanto a latência pode diminuir. Por isso, não é possível afirmar que a atualização resultará em ganhos perceptíveis em jogos ou aplicações. Usuários que não utilizam módulos com chips CXMT podem aguardar as versões estáveis nas páginas oficiais de suporte.

Texto produzido pela Redação Aprende em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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