Piracicaba, Sexta-feira, 2 de outubro de 2026
Brasil

Renan Santos pede prisão de ministros do STF ligados ao caso Banco Master

Candidato do Missão também propõe limitar decisões individuais e endurecer os critérios para nomeações no Supremo Tribunal Federal.

Crise no STF: Renan Santos defende a prisão de ministros envolvidos

Renan Santos, candidato do Missão à Presidência, defendeu que ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) envolvidos no escândalo do Banco Master sejam afastados e presos. A declaração foi feita durante um encontro com apoiadores em Londrina, no Paraná, nesta quarta-feira (16/9).

Santos afirmou que o próximo presidente deveria ter condições de pressionar o Senado e a população pela saída dos ministros. Segundo ele, o chefe do Executivo não pode ter envolvimento com casos de corrupção ou com os escândalos discutidos.

O candidato também criticou possíveis futuras nomeações para o STF. Na avaliação dele, os indicados devem ter reputação ilibada, e não atuar como “mercadores” envolvidos em negócios na Corte.

Proposta de reforma

Renan Santos voltou a defender uma reforma do Judiciário para reduzir os poderes do Supremo. Entre as medidas citadas estão a adoção de critérios mais rígidos para a escolha dos ministros e a limitação das decisões monocráticas.

Ele também propôs retomar um sistema de fiscalização entre os Poderes, definido por ele como “peso e contrapeso”. A ideia, segundo Santos, é permitir que o Senado fiscalize o STF sem receio de retaliação, já que a Corte concentra processos relacionados a senadores.

As declarações foram dadas após o julgamento do STF realizado na terça-feira, 15, sobre a abertura de uma investigação a respeito da relação do ministro Alexandre de Moraes com Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master.

Em uma transmissão ao vivo com o coordenador econômico de sua campanha, o deputado federal Kim Kataguiri (Missão-SP), Santos chamou o presidente do STF, Edson Fachin, de “fraco” e classificou a situação como “horrorosa”.

Texto produzido pela Redação Aprende em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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