Piracicaba, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Tecnologia

Poeira lunar pode guardar vestígios de tecnologia alienígena, diz estudo

Pesquisadores do Instituto SETI propõem analisar amostras da Lua em busca de partículas que preservem sinais de civilizações antigas.

Poeira lunar pode guardar vestígios de tecnologia alienígena, diz estudo

Pesquisadores do Instituto de Busca por Inteligência Extraterrestre, conhecido como Instituto SETI, sugerem investigar a poeira lunar em busca de vestígios microscópicos de tecnologias alienígenas. Até o momento, não foi encontrada evidência concreta desse tipo de tecnologia.

A proposta está em um artigo publicado no arXiv em agosto deste ano. O estudo é liderado por Lewis Pinault, integrante do Instituto SETI. Segundo ele, materiais vêm se acumulando no solo lunar há bilhões de anos, e parte desse conteúdo pode ser mais antiga do que a própria Lua.

“Estamos nos perguntando se essa coleção antiga pode conter vestígios microscópicos de tecnologias que existiam muito antes de os humanos sequer olharem para o céu”, afirma Pinault em comunicado.

Como seria a busca

Os pesquisadores trabalham com a hipótese de que comunidades alienígenas tenham preservado conhecimentos em partículas duráveis. Esses materiais poderiam ter percorrido longos períodos e distâncias até alcançar a superfície da Lua.

A pesquisa considera que a movimentação lenta da geologia lunar, a ausência de água corrente e a atmosfera substancial do satélite podem ter contribuído para conservar evidências na poeira.

Se a hipótese for confirmada, a ideia é aproveitar os programas de exploração lunar dos Estados Unidos e da China para coletar amostras e submetê-las a diferentes tecnologias de análise.

Mesmo que as primeiras avaliações não encontrem sinais de tecnologia, os cientistas afirmam que a investigação pode ampliar o conhecimento sobre o deslocamento da poeira pelo espaço e sua influência na geologia lunar. Os grãos também podem conter registros de outras regiões do sistema solar e do espaço.

Texto produzido pela Redação Aprende em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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