Sintaema cobra investigação sobre vínculos financeiros em privatizações de água em SP
Entidade relaciona operações envolvendo EMAE, Sabesp, Ambipar e Banco Master e defende controle público sobre o saneamento.
Entidade relaciona operações envolvendo EMAE, Sabesp, Ambipar e Banco Master e defende controle público sobre o saneamento.
Negociações políticas envolveram a privatização da Sabesp, a eleição municipal de 2024 e a influência de Leite no governo paulista.
Entrevista do governador reuniu metas não alcançadas, déficits estruturais e obras previstas para depois do prazo anunciado.
Relatos apresentados a Fernando Haddad citam falta de água, falhas em trens, pedágios mais caros e problemas após acidente em obra da Sabesp.
Acordos políticos aproximaram o governador e o então presidente da Câmara de São Paulo antes da votação sobre a estatal de saneamento.
Procedimento preliminar apura operações, financiamento e possíveis conflitos de interesses ligados às desestatizações paulistas.
Doações, fundos e operações financeiras estão entre os pontos levados à análise de órgãos como CVM, PF e Ministério Público.
Ações foram vendidas por R$ 67, mas chegaram a R$ 87 na B3; estudo estima que valor potencial seria de R$ 103,90.
Juíza afirmou que a divergência sobre o reajuste da tarifa deve ser respondida no debate eleitoral, e não por censura à propaganda.
Representação cita estruturas financeiras e societárias nas vendas da Sabesp e da EMAE e pede abertura de inquérito civil.
Promotoria deu prazo de 45 dias para Sabesp, Emae, TCE e governo Tarcísio enviarem informações sobre a denúncia.